OS ESQUEMAS VERBAIS:

UM ESTUDO NA METÁFORA GRAMATICAL

 

 

Introdução

Há uns verbos em inglês que presentam dificultade por os estudantes do português. Encontram-se estes verbos em locuções em inglês compostas de um verbo e uma preposição ou um advérbio.  Por exemplo, há umas proprietades que são caraterísticas da inglês, estando presentes na língua desdes antes dos tempos de Shakespeare.

   Inglês  Português
 Verbo basico  to break  quebrar
   to break out
 estourar
libertar-se
   to break in
 domar
forçar uma entrada
   to break up

partir-se

desmanchar (noivado our namoro)
   to break down
analisar
Sofrer uma crise nervosa
desatar a chorar
fracassar
   to break through  progregir
   to break off

romper

interromper
partir
parrar-se
   to break even  sair sem ganhar nem perder
   to break into  arrombar
   to break free, to break loose  soltar-se
   to break open  arromar
   to break the news  dar a notícia a alguem

 

Esquemas e prototipos gramaticais em inglês

Antes do desenvolvimento da linguística cognitvia, os linguisticos não puderam explicarse estes verbos. Dentro desta categoria  encontramos verbos que são compostos de duas palavras que frequentemente são chamado «two word verbs» em inglês.  Atualmente, sabemos que hã esquemas de verbos em que um modelo representa a forma b]asica (Howard, 1987).  Chama-se o modelo prototípico. Por exemplo, o verbo «quebrar»  tem um esquema que representa o prototipo deste verbo.

O esquema prototípico de verbo  quebrar

Sujeito

Verbo

Objeto

O sujeito consistem em uma pessoa que é o agente da frase. 

Teoricamente, o sujeito faz o papel do agente.

Este verbo pertenece ao grupo de verbos de manipular.

O objeto é alguma coisa fisica que existe no mundo.

Teoricamente, o objeto faz o papel do paciente.

Este modelo forma um prototipo de verbos novos em inglês.  Pode-se explicar esta mudança do significado em duas fases.  Na primeira parte consistem em uma adição de uma preposição ao verbo (Dirven e Verspoor, 1998).  O que é importante nesta primeira fase é o uso da verbo no sentido de uma metáfora (Givon, 1993a, 1993b).

I.       A primeira fase: a formação metáforica.                         

Sujeito

Verbo

Localização

John

breaks

out of the house

Pronome

Verbo instransitvo

Preposição + frase de substantivo

Na segunda fase, encomtramos um verbo novo -  um verbo que consiste de duas palavras (em inglês, a two-word verb).  O que são os elementos novos que parecem nesta segunda frase de desenvolvimento.  Há muitos. Por exemplo, o subjeito pode ser uma idéa o evento e não uma pessoa como  o agente (um examplo: a guerra estourou).  Tambem, o ojeto pode ser uma idéa, uma causa, o uma pessoa ( uns examplos: o repórter intrrompeu a entrevista, os novios desmancharam, as suas idéas progrediram o seu ramo de ciencia).  Estos usos de metáfora gramatical explicaram os novos sentidos destes verbos na língua (Heine, 1991, 1997). 

II.      A segunda fase: a criação de verbos novos. 

Sujeito

Verbo

Localização

John

Breaks out

of the house

Pronome

Verbo + elemento verbal

Preposição + frase de substantivo

      

Nesta frase de desenvolvimento, o verbo <break out> é um verbo novo em inglês. Por esta razão, não pode-se traducir estes verbos literamente de uma língua a outra. 

 

BREAK OFF: Os E. U. A. Romperam relações com Cuba. 
                        O repórter interrompeu a entrevista.
                       Ele se partiu de grupo.
BREAK UP:  Quebra o chocolate em pequenos pedaços.
Os noivos desmancharam.
BREAK DOWN:  A pobre mulher rompeu em lágrimas. 
                        O policia arrombou a porta do quarto.
BREAK INTO:  Nossa casa tem sido arrombada por um ladrão.
BREAK OUT:  Uma guerra estourou. 
O preso escapou da prisão.
BREAK IN:     O cavaleiro domou o cavalo. 
O criminoso forçou uma entrada no edifício.
BREAK DOWN:  O cientista analizou o problema.
                        Depois de muita dificultade, o homem sofreu uma crise nervosa.
                        Depois de ganhar o premio de primeira classe olímpico, ele desatou a
chorar.
                        Depois de perder o premio, seus sonhos se fracassaram.
BREAK THROUGH:  As suas ideas progrediram o ramo novo de estudio cientiíico.
BREAK THE NEWS:  Ele deu a notícia a Serafina.
BREAK EVEN:  Saimos sem ganhar nem perder dinheiro.

BREAK FREE:  O animal saltou de armadilha.

Esquemas e prototipos gramaticais em português

A idea de criar verbos novos de um prototipo or modelo gramatical não se limite a língua inglesa. O processo semelhante existe em português, mas o modelo é outra coisa aparte. O modelo em português consiste em utilizando prefixos em vez de preposicões.  Algumas destas formas se ancontecem em inglês.  Por exemplo: explode, implode, congress, digress, regress, etc.  Em Latin, é possível criar verbos novos com a adição de prefixos. 

 

O verbo

O que sifnifica

A forma basica

a gana (substantivo)
a ganância (substantivo)
ganhar (verbo)

A forma metáforica

enganar

desonar

esganar

sufocar-se

engano

fazer um erro

 

O verbo

O que sifnifica

A forma basica

a coberta (substantivo)
a cobertura (substantivo)
o cobertor (substantivo)
cobrir (verbo)

A forma metáforica

descoberta

invenção

descoberto, descoberta

nu, nua

descobrimento

uma coisa descobertada

descobrir

achar uma coisa nova

encoberto

esconder, ocultar

recobrar

recuperar

 

Conclusão

Quando falamos, nós usamos a língua para compreender as caegorias no mundo social e mental.  Cada língua contem o seu proprio modo de criar categorias cognitivas (Olson, 1998=.  Uma maneira comun de fabricar conceitos novos entre português et inglês se acha no uso da me´tafora.  Em inglês empregamos as preposições na formação de palavras novasç em portguês empregamos os prefixos na formação dos verbos novos. 

As referências

Aitchison, Jean.  WORDS IN THE MIND: AN INTRODUCTION TO THE MENTAL LEXICON.   Blackwell Publishers, Inc. 1994.

Dirven, Rene and Marjolijn Verspoor.  COGNITIVE EXPLORATION OF LANGUAGE AND LINGUISTICS.  Philaslphia; John Benjamins Publishing Company.  1998.

Givon, Talmy, ENGLISH GRAMMAR: A FUNCTION-BASED INTRODUCTION, VOLUME I.  Philadelphia: John Benjamins Publishing Compnay, 1993a

Givon, Talmy, ENGLISH GRAMMAR: A FUNCTION-BASED INTRODUCTION, VOLUME II.  Philadelphia: John Benjamins Publishing Compnay, 1993b.

Heine, Bernd.  COGNITIVE FOUNDATIONS OF GRAMMAR.  Oxford University Press. 1997.

Heine, Bernd, Irike Claude and Friederike Hunnemeyer.. GRAMMATICALIZATION: A CONCEPTUAL FRAMEWORK. Chicago:  University of Chicago Press. 1991.

Howard, Robert W.  CONCEPTS AND SCHEMATA: AN INTRODUCTION.  London: Cassell Education (Distributed by Taylor and Francis).  1987.

Olson, David.  THE WORLD ON PAPER: THE CONCEPTUAL AND COGNITIVE IMPLICATIONS OF WRITING AND READING.  Cambridge University Press.  1998.